OBRAS

CHAVES D'AURORA


No romance CHAVES D’AURORA, de RAIMUNDO ALBERTO, o leitor se transporta a Trás-os-Montes, Portugal, nos anos 1912-1926, e à Amazônia brasileira, nos finais do século XIX. para acompanhar as peripécias de uma saga familiar, inspirada em fatos reais. Mesclando personagens verdadeiros e fictícios,  essas vidas se entrelaçam com eventos históricos, tais como as incursões monárquicas a Chaves, as aparições em Fátima, a Primeira Guerra Mundial, a Pneumónica (Gripe Espanhola) e outros registros pitorescos, colhidos em jornais da época, além de mitos, crendices, jogos e costumes transmontanos, que conferem à obra  um colorido especial.  Em Belém do Pará, abordam-se as reformas urbanas, as óperas no Teatro da Paz, o Círio de Nazaré  e o apogeu do comércio da borracha.
            É a história de amor, entre Aurora, uma jovem de família com boas posses, e Hernando, um cigano também rico, mas volúvel, que se torna proibida e com algumas sérias (in) consequências, face os preconceitos e as tradições de ambos os clãs. Apesar de muitos contratempos,  convicta dos sentimentos de seu amado, a jovem perseguirá,  ao máximo, a esperança de um final feliz.
            Primeiro romance do autor, também poeta, letrista, ator, diretor e autor teatral, com algumas peças premiadas, está á venda pelo site da Chiado Editora (impresso ou e-book), ou pedidos diretamente ao autor, via e-mail  -  vivaaarteproducoes@gmail.com .




PELOS RIOS AO SABOR DA FRUTA



Eliana Castela nas suas viagens vai sentindo o cheiro da terra, dos frutos e das pessoas... sempre floresce um pedaço da história do povo, muito mais importante que as nossas lembranças pessoais... uma viagem às lembranças da infância e lembranças dos nossos ancestrais... só tendo esse contato com a Natureza é que compreendemos a futilidade de tudo o que nos cerca no ambiente 'civilizado' da cidade... Coragem de fazer o diferente e nos trazer um conhecimento tão importante...  Também nos traz o prazer de imaginar como seria para nós estarmos também debaixo das copas dessas árvores… O mais importante é que seu olhar vem de baixo, é a voz dos ‘esquecidos’... que se detém com perspicácia sobre a destruição do ambiente motivado pela ganância. É bom saber isso... O poema Breve e Estreito é o resumo que bem espelha o quanto este país tem pouca preocupação com as crianças.

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DA ESCRITA RUPESTRE À ERA DIGITAL
ALGUNS POEMAS


Com prefácio de Francisco Dandão.

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Preço de cada exemplar: R$ 20,00 mais despesas de envio.



PAX ROMANA
CMLXIX




Pax Romana é uma série de ficção, baseada na hipótese histórica de o Império Romano não ter declinado, e sim se expandido globalmente.  

No ano CMLXIX (969), o Império envia os primeiros astronautas à Lua, enquanto na Terra há um forte movimento secreto para eliminar o poder absoluto imperial centralizado e implantar a República.

Em uma história leve, temos o estudante Fráter, subitamente envolvido em uma conspiração global pela volta da democracia, e a forte vigilância do Império, através do Sistema de Informações, para inibir qualquer tentativa de desestabilização.

Afinal, para Roma, conquistar é importante, mas manter a conquista é fundamental.

À venda na Amazon.


NEM BOBO NEM NADA



Um romancélere envolvendo as histórias de um pintor de paredes. Suas aventuras amorosas e histórias da vida profissional e caseira.

Um pintor que conta suas aventuras em linguagem simples e cotidiana.


NEM BOBO NEM NADA está à venda no Clube de Autores


BAIRRO ALTO
CIDADE BAIXA




Selecionar uma antologia de textos de três blogs poderia representar apenas mais um trabalho para Paul Greimald. No entanto, ele deixa-se absorver pelos posts de Guglielmo Walden. Quer entendê-lo, compreender melhor os seus escritos. À medida que efetua a coletânea, Paul é envolvido num mundo onde as fronteiras da realidade e da ficção esbatem-se. Numa busca pelo autor dos textos - que também converte-se numa busca por si próprio - Paul captura ou é capturado por uma ideia: a ligação, a passagem, a esquina entre a Rua da Rosa, no Bairro Alto, em Lisboa, com a Rua Lima e Silva, na Cidade Baixa, em Porto Alegre. Esta passagem existirá? É real? 

Podes perder-te por várias ruas. Mas é na Cidade Baixa, na João Alfredo, na Lima e Silva ou em alguma das ruas ou travessas adjacentes, onde pode estar o elo que procuras.
Será uma passagem real, material? Lago ou Rio Guaíba? Qual é a diferença?
 E se encontrasses o Bairro Alto em outro lugar?
 E se a Cidade Baixa estivesse perdida no meio de Lisboa?
E se fosse longe e impossível de chegar? Ou tão perto que fosse inviável ver com clareza?

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No Portugal setecentista, Beiraldo Alma foi criado como bicho, sem conhecer outra linguagem que não fossem os sons musicais, dom que o maestro Carlos Seixas tratou logo de aprimorar assim que o conheceu e tornou-se para além de seu professor, seu amigo e confidente, a quem ele recorria para qualquer assunto, tratado sempre com perguntas e respostas musicais. Com a morte do Professor, Beiraldo viu-se perdido. Sem quem o orientasse, deixou a vida levá-lo pelos meandros das paixões amorosas e das lutas pela sobrevivência até encontrar-se com algo que lhe deu sentido para a vida. 

A vida, venturas e desventuras de Beiraldo Alma, herói picaresco, no Portugal barroco dos finais do século XVIII. Enjeitado à nascença, criado como bicho, acorrentado ao borralho, fez da música o seu único meio de comunicação. Vendido como escravo, a fazer exibições na praça pública, até que o destino o libertou através da música de Bach, Scarlatti e Carlos Seixas, seu mentor e confidente. 

Romance histórico, drama épico, conto de fadas ou, simplesmente uma história de amor que nos leva a uma Lisboa pouco conhecida, anterior ao Grande Terremoto, quando Portugal estava prestes a ser o farol de um futuro alvissareiro.

Publicado em 2008 pela Editorial Teorema, Lisboa, Portugal.

(Para baixar gratuitamente em PDF é só clicar no título, mas se quiser adquirir exemplar impresso, na Fnac está em promoção.)





O homem que "teimava" em não ser feliz.

Um pouco de tudo sobre o café (história, curiosidades, receitas, músicas, poemas, pinturas, simpatias...) inserido num romance que aborda um bom "pedaço" da História do Brasil.
Júlio perde o emprego ao tempo em que Pearl Harbour é atacada. Seu único bem é um terreno na serra para onde costuma fugir do calor e da correria do Rio de Janeiro. Seu amigo Ademir sugere que ele invista no café da sua roça, que é tido como de ótima qualidade. E que não se preocupasse com a quebra do café na Bolsa de Nova Iorque pois que para o sofisticado, o luxo, o caro, não há crise. Ademir se propõe a ajudar a distribuir no Ministério que trabalha e em outros órgãos aproveitando-se dos bons relacionamentos que tem. Orienta Júlio para que ele contrate trabalhadores oriundos do Eixo, antevendo a entrada do Brasil na guerra. Uma família Alemã e uma Italiana são recrutadas com a promessa de uma ajuda de custo até que a produção comece a ser escoada. O Brasil declara guerra ao Eixo e Júlio diz aos trabalhadores que não pode mais pagar a ajuda de custo e que eles podem ir embora, mas lembra-lhes que são considerados inimigos e que, lá fora, a vida não lhes será fácil. Porém, se quiserem podem ficar e que continuem plantando para o sustento e fornecendo-lhe o café que já estava sendo servido até no Palácio do Catete. Assim Júlio tem uma mão-de-obra escrava e ainda posa de bom mocinho. Mas, mesmo a contragosto de Júlio e Ademir, a guerra acaba e as relações de trabalho têm que ser revistas já que os trabalhadores haviam se organizado em cooperativa.

Edição de cem exemplares pela ULLA (União Lusófona Letras e Artes), Lisboa, 2009.

Edição comemorativa dos trinta e três anos de vida artística do autor. Trinta e três exemplares oferecidos aos primeiros da fila. Edição de autor. Rio Branco, AC, 2010.


(Pode baixar gratuitamente clicando no título, mas, se deseja a versão impressa, com lombada, CLICAQUI.) 





Zezinho reencontra o antigo ídolo das noitadas punk da adolescência e acaba por ser contratado para tomar conta do amigo que se encontra doente, em estado catatônico. Zezinho procura os lugares e as emoções antigas para tentar resgatar pelo menos uma das duas personalidades do amigo.

Edição de mil exemplares assinados e numerados à mão, patrocinados pelas personagens e sob a chancela das editoras Pangea e Teorema. Lisboa, 2004.

Para baixar de graça é só clicar no título, mas pode adquirir na Livraria Sidarta.



A rocambolesca vida do Padre Emílio contada em divertidas crônicas. Mais que isto, não adianta falar, que não vão acreditar mesmo... O melhor é ler o livro.

(Para baixar gratuitamente, é só clicar no título, mas se quiser adquirir a versão impressa, há duas opções: AQUI, com lombada e AQUI, em brochura, que é mais em conta.)




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