OBRAS


ALBERTO DA CUNHA MELO
POESIA COMPLETA




A obra completa A obra completa do poeta, jornalista e sociólogo Alberto da Cunha Melo (1942–2007), um dos maiores nomes da Geração 65 de poetas pernambucanos. Experimentador radical do estilo literário, mas sem esquecer da tradição que o influenciou, Alberto tem como matéria poética não somente suas queridas cidades de Jaboatão, Olinda e Recife, mas o Brasil como uma nação a ser descoberta. Para ele, a poesia era o veículo perfeito para uma travessia rumo ao imprevisível, dentro de um país que ainda precisa ser decifrado. Em 2001, foi incluído nas antologias Os cem melhores poetas brasileiros do século e 100 anos de poesia: um panorama da poesia brasileira no século XX.

Para adquirir, clique aqui.


VIVER É FICTÍCIO



Este livro é uma navegação rumo aos confins da linguagem.
Filha de mãe poeta e pai escritor, Mariana Portela professa paixão congênita pela literatura, porque “viver sem paixão é tortura”, num mundo onde os seres sofrem de um “estarrecedor medo de viver”.
Habitante de uma Lisboa mítica, atemporal, a cronista-cronauta brasileira reverencia seus numes (Pessoa, Camões, Baudelaire, Rimbaud, Clarice Lispector, Cecília Meireles, Vinicius, Florbela Espanca, Manoel de Barros, Rubem Braga, Paulo Mendes Campos), gestando uma profusão de axiomas pregnantes (“O português é a pátria que venero”), em luta perene “contra o universo estrondoso do efêmero”. Flâneur cósmica, saúda sua ancestralidade eletiva (“cresci com os mitôma- nos abençoados”), convicta de que “a arte é uma casa que resiste às tempestades da vida ordinária”. Em estilo epigramático e fluente expressão luxuriosa, em que ressoa, por vezes, um doce acento luso, a autora celebra descobrimentos cotidianos, persegue epifanias e busca exprimir o indizível, pois “preciso das palavras para elaborar as sensações”. Imersa em poesia, filosofia e até na psicanálise junguiana, ela perfaz sua circunavegação em torno do estar no mundo. Há muito o que descobrir e fruir nessa travessia literária de Mariana Portela.
Navegar é preciso, viver é fictício. Cumpre enfrentar as fúrias da profundeza, sem culpa da alegria, com pleno deleite de existir. Ao fim e ao cabo, “ninguém vive daquilo que é”.
Luiz Roberto Guedes
Para adquirir é só clicar aqui.


CHAVES D'AURORA




No romance CHAVES D’AURORA, de RAIMUNDO ALBERTO, o leitor se transporta a Trás-os-Montes, Portugal, nos anos 1912-1926, e à Amazônia brasileira, nos finais do século XIX. para acompanhar as peripécias de uma saga familiar, inspirada em fatos reais. Mesclando personagens verdadeiros e fictícios,  essas vidas se entrelaçam com eventos históricos, tais como as incursões monárquicas a Chaves, as aparições em Fátima, a Primeira Guerra Mundial, a Pneumónica (Gripe Espanhola) e outros registros pitorescos, colhidos em jornais da época, além de mitos, crendices, jogos e costumes transmontanos, que conferem à obra  um colorido especial.  Em Belém do Pará, abordam-se as reformas urbanas, as óperas no Teatro da Paz, o Círio de Nazaré  e o apogeu do comércio da borracha.
            É a história de amor, entre Aurora, uma jovem de família com boas posses, e Hernando, um cigano também rico, mas volúvel, que se torna proibida e com algumas sérias (in) consequências, face os preconceitos e as tradições de ambos os clãs. Apesar de muitos contratempos,  convicta dos sentimentos de seu amado, a jovem perseguirá,  ao máximo, a esperança de um final feliz.
            Primeiro romance do autor, também poeta, letrista, ator, diretor e autor teatral, com algumas peças premiadas, está á venda pelo site da Chiado Editora (impresso ou e-book), ou pedidos diretamente ao autor, via e-mail  -  vivaaarteproducoes@gmail.com .




PELOS RIOS AO SABOR DA FRUTA



Eliana Castela nas suas viagens vai sentindo o cheiro da terra, dos frutos e das pessoas... sempre floresce um pedaço da história do povo, muito mais importante que as nossas lembranças pessoais... uma viagem às lembranças da infância e lembranças dos nossos ancestrais... só tendo esse contato com a Natureza é que compreendemos a futilidade de tudo o que nos cerca no ambiente 'civilizado' da cidade... Coragem de fazer o diferente e nos trazer um conhecimento tão importante...  Também nos traz o prazer de imaginar como seria para nós estarmos também debaixo das copas dessas árvores… O mais importante é que seu olhar vem de baixo, é a voz dos ‘esquecidos’... que se detém com perspicácia sobre a destruição do ambiente motivado pela ganância. É bom saber isso... O poema Breve e Estreito é o resumo que bem espelha o quanto este país tem pouca preocupação com as crianças.

Para adquirir o livro, clique AQUI.
Para exemplares autografados, entre em CONTATO com a autora.


DA ESCRITA RUPESTRE À ERA DIGITAL
ALGUNS POEMAS


Com prefácio de Francisco Dandão.

Para adquirir o livro, entre em CONTATO com a autora.
Preço de cada exemplar: R$ 20,00 mais despesas de envio.



PAX ROMANA
CMLXIX




Pax Romana é uma série de ficção, baseada na hipótese histórica de o Império Romano não ter declinado, e sim se expandido globalmente.  

No ano CMLXIX (969), o Império envia os primeiros astronautas à Lua, enquanto na Terra há um forte movimento secreto para eliminar o poder absoluto imperial centralizado e implantar a República.

Em uma história leve, temos o estudante Fráter, subitamente envolvido em uma conspiração global pela volta da democracia, e a forte vigilância do Império, através do Sistema de Informações, para inibir qualquer tentativa de desestabilização.

Afinal, para Roma, conquistar é importante, mas manter a conquista é fundamental.

À venda na Amazon.


NEM BOBO NEM NADA



Um romancélere envolvendo as histórias de um pintor de paredes. Suas aventuras amorosas e histórias da vida profissional e caseira.

Um pintor que conta suas aventuras em linguagem simples e cotidiana.


NEM BOBO NEM NADA está à venda no Clube de Autores


BAIRRO ALTO
CIDADE BAIXA




Selecionar uma antologia de textos de três blogs poderia representar apenas mais um trabalho para Paul Greimald. No entanto, ele deixa-se absorver pelos posts de Guglielmo Walden. Quer entendê-lo, compreender melhor os seus escritos. À medida que efetua a coletânea, Paul é envolvido num mundo onde as fronteiras da realidade e da ficção esbatem-se. Numa busca pelo autor dos textos - que também converte-se numa busca por si próprio - Paul captura ou é capturado por uma ideia: a ligação, a passagem, a esquina entre a Rua da Rosa, no Bairro Alto, em Lisboa, com a Rua Lima e Silva, na Cidade Baixa, em Porto Alegre. Esta passagem existirá? É real? 

Podes perder-te por várias ruas. Mas é na Cidade Baixa, na João Alfredo, na Lima e Silva ou em alguma das ruas ou travessas adjacentes, onde pode estar o elo que procuras.
Será uma passagem real, material? Lago ou Rio Guaíba? Qual é a diferença?
 E se encontrasses o Bairro Alto em outro lugar?
 E se a Cidade Baixa estivesse perdida no meio de Lisboa?
E se fosse longe e impossível de chegar? Ou tão perto que fosse inviável ver com clareza?

 Para adquirir o livro, clique AQUI 
Contato pelo FACEBOOK





No Portugal setecentista, Beiraldo Alma foi criado como bicho, sem conhecer outra linguagem que não fossem os sons musicais, dom que o maestro Carlos Seixas tratou logo de aprimorar assim que o conheceu e tornou-se para além de seu professor, seu amigo e confidente, a quem ele recorria para qualquer assunto, tratado sempre com perguntas e respostas musicais. Com a morte do Professor, Beiraldo viu-se perdido. Sem quem o orientasse, deixou a vida levá-lo pelos meandros das paixões amorosas e das lutas pela sobrevivência até encontrar-se com algo que lhe deu sentido para a vida. 

A vida, venturas e desventuras de Beiraldo Alma, herói picaresco, no Portugal barroco dos finais do século XVIII. Enjeitado à nascença, criado como bicho, acorrentado ao borralho, fez da música o seu único meio de comunicação. Vendido como escravo, a fazer exibições na praça pública, até que o destino o libertou através da música de Bach, Scarlatti e Carlos Seixas, seu mentor e confidente. 

Romance histórico, drama épico, conto de fadas ou, simplesmente uma história de amor que nos leva a uma Lisboa pouco conhecida, anterior ao Grande Terremoto, quando Portugal estava prestes a ser o farol de um futuro alvissareiro.

Publicado em 2008 pela Editorial Teorema, Lisboa, Portugal.

(Para baixar gratuitamente em PDF é só clicar no título, mas se quiser adquirir exemplar impresso, na Fnac está em promoção.)





O homem que "teimava" em não ser feliz.

Um pouco de tudo sobre o café (história, curiosidades, receitas, músicas, poemas, pinturas, simpatias...) inserido num romance que aborda um bom "pedaço" da História do Brasil.
Júlio perde o emprego ao tempo em que Pearl Harbour é atacada. Seu único bem é um terreno na serra para onde costuma fugir do calor e da correria do Rio de Janeiro. Seu amigo Ademir sugere que ele invista no café da sua roça, que é tido como de ótima qualidade. E que não se preocupasse com a quebra do café na Bolsa de Nova Iorque pois que para o sofisticado, o luxo, o caro, não há crise. Ademir se propõe a ajudar a distribuir no Ministério que trabalha e em outros órgãos aproveitando-se dos bons relacionamentos que tem. Orienta Júlio para que ele contrate trabalhadores oriundos do Eixo, antevendo a entrada do Brasil na guerra. Uma família Alemã e uma Italiana são recrutadas com a promessa de uma ajuda de custo até que a produção comece a ser escoada. O Brasil declara guerra ao Eixo e Júlio diz aos trabalhadores que não pode mais pagar a ajuda de custo e que eles podem ir embora, mas lembra-lhes que são considerados inimigos e que, lá fora, a vida não lhes será fácil. Porém, se quiserem podem ficar e que continuem plantando para o sustento e fornecendo-lhe o café que já estava sendo servido até no Palácio do Catete. Assim Júlio tem uma mão-de-obra escrava e ainda posa de bom mocinho. Mas, mesmo a contragosto de Júlio e Ademir, a guerra acaba e as relações de trabalho têm que ser revistas já que os trabalhadores haviam se organizado em cooperativa.

Edição de cem exemplares pela ULLA (União Lusófona Letras e Artes), Lisboa, 2009.

Edição comemorativa dos trinta e três anos de vida artística do autor. Trinta e três exemplares oferecidos aos primeiros da fila. Edição de autor. Rio Branco, AC, 2010.


(Pode baixar gratuitamente clicando no título, mas, se deseja a versão impressa, com lombada, CLICAQUI.) 





Zezinho reencontra o antigo ídolo das noitadas punk da adolescência e acaba por ser contratado para tomar conta do amigo que se encontra doente, em estado catatônico. Zezinho procura os lugares e as emoções antigas para tentar resgatar pelo menos uma das duas personalidades do amigo.

Edição de mil exemplares assinados e numerados à mão, patrocinados pelas personagens e sob a chancela das editoras Pangea e Teorema. Lisboa, 2004.

Para baixar de graça é só clicar no título, mas pode adquirir na Livraria Sidarta.



A rocambolesca vida do Padre Emílio contada em divertidas crônicas. Mais que isto, não adianta falar, que não vão acreditar mesmo... O melhor é ler o livro.

(Para baixar gratuitamente, é só clicar no título, mas se quiser adquirir a versão impressa, há duas opções: AQUI, com lombada e AQUI, em brochura, que é mais em conta.)





Sem comentários:

Enviar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Folhinha Poética - poemança